| Notícias de
Julho/2008
Educação Escolar
Indígena é tema do Consed
30/07/2008
Gazeta Digital
Mato Grosso marca presença na III Reunião
Ordinária do Conselho Nacional de Secretários
de Educação (Consed) nestes dias 31 de julho
e 1 de agosto, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Como
presidente da Comissão Indígena do Consed,
o secretário de estado de Educação,
Ságuas Moraes Sousa, ministrará palestra no
Painel “Diversidade nas Comissões Especiais”.
http://www.gazetadigital.com.br/digital.php?codigo=67422&UGID=ccf24c9627f16af52f
5034bef16cc0bb&GED=4916&GEDDATA=2005-03-12
Professor Edilson Baniwa
veio à UCDB falar sobre o I Seminário sobre
o Papel da Universidade e da Formação Acadêmica
sob a Ótica das Lideranças e Acadêmicos
Indígenas
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
Em reunião hoje, 30 de agosto, na Universidade Católica
Dom Bosco (UCDB) o professor Edilson Martins Baniwa falou
sobre o Centro Indígena de Estudos e Pesquisas (Cinep),
do qual faz parte e discutiu sobre a participação
dos acadêmicos de Mato Grosso do Sul no I Seminário
sobre o Papal da Universidade e da Formação
Acadêmica sob a Ótica das Lideranças
e Acadêmicos Indígenas. Nesta participaram
16 alunos do Rede de Saberes e ficou prevista a escolha
de seis alunos indígenas da UCDB, oito da Universidade
Federal da Grande Dourados (UFGD), seis da Universidade
Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS/Aquidauana), 18 da Universidade
Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e dois do Centro Universitário
da Grande Dourados (Unigran) para a participação
no evento. O seminário será de 16 a 18 de
setembro de 2008, em Brasília. Os visitantes contarão
com hospedagem e alimentação gratuita durante
os três dias. Estimasse que estejam presentes aproximadamente
500 acadêmicos indígenas de todo o país
representando as diversas etnias e instituições
de ensino superior. O Rede está se programando para
que os enviados apresentem o resultado de seus trabalhos
e mostrem um pouco de sua cultura. Edilson fez ainda, um
breve histórico e comentou sobre os objetivos do
Cinep. Criado em novembro de 2005 por acadêmicos e
lideranças indígenas ele visa promover a articulação
de universitários, pesquisadores e lideranças
indígenas do Brasil, a fim de fortalecer as organizações
indígenas para a defesa dos seus direitos. O diretor
presidente é Gersem José dos Santos Luciano
Baniwa, que também esteve na universidade para tratar
sobre a proposta de bolsa de permanência para indígenas
no ensino superior. Para o futuro o Cinep deseja ser um
espaço plural de referência para o debate,
apoio e assessoramento ao movimento indígena brasileiro
nas dimensões política, técnica e acadêmica,
atuando não como representação e sim
como serviço técnico e acadêmico. O
Cinep trabalha na elaboração de um site. Edilson
falou da importância da capacitação
técnica de lideranças e acadêmicos indígenas.
“Enquanto não nos capacitarmos vamos caminhar
muito lentamente na intervenção das políticas
públicas para os indígenas.”, ressaltou.
Edilson Martins Baniwa é natural de São Gabriel
da Cachoeira- AM, é professor de Línguas e
faz mestrado em Lingüística Indígena
na Universidade de Brasília (UnB).
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Acadêmico do Rede de Saberes
revela resultado de pesquisa de campo
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
O Kadiwéu Juvenil Cruz, de 25 anos, que viajou no
dia nove de julho para a Aldeia Alves de Barro, em Porto
Murtinho, como estava previsto, revelou o resultado de sua
pesquisa de campo. Ele entrevistou dois moradores antigos
que contaram sobre o impacto da implantação
do Serviço de Proteção ao Índio
(SPI) na organização social dos Kadiwéu.
Uma senhora que nasceu na Aldeia Etogioja contou que, diferente
do que está nos documentos por ele analisados, na
Aldeia Nalique moravam apenas aqueles indígenas que
trabalhavam na fazenda. As famílias permaneciam nas
aldeias próximas, como foi o caso dela. Ela disse
ainda, que com a instalação do Posto Indígena
Nalique muitas aldeias foram extintas e muitos costumes
foram deixados de lado. A alimentação dos
Kadiwéu, também mudou com o tempo. Muitos
alimentos naturais foram aos poucos deixando de ser consumidos.
As festas tradicionais também estão agora,
só na memória.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Alunos da Aldeia Buriti
participam de Oficina de Redação
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
Quinze alunos e egressos do 3º ano do Ensino Médio
da Escola Municipal Indígena Alexina Rosa Figueiredo,
da Aldeia Buriti participaram nos dias 25 e 26 de julho
de uma Oficina de Redação. Nela, o pesquisador
do Programa Redes de Saberes, Fernando Augusto Azambuja
abordou as técnicas de redação passo-a-passo.
O objetivo foi prepará-los para o Exame Nacional
do Ensino Médio (Enem), que deve acontecer no dia
31 de agosto em mais de 1.400 municípios. A avaliação
é um dos critérios para seleção
do Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede
bolsas parciais e integrais em universidades particulares.
Através da leitura de revistas foram discutidos temas
da atualidade que auxiliaram na produção de
redações. “Alguns alunos não
tinham noção alguma de como deve ser exatamente
uma redação. Eu pedi que produzissem várias
e eles mostraram o que aprenderam”, contou Fernando.
Agora, espera-se que os resultados dessa iniciativa sejam
positivos e que para os próximos anos os alunos tenham
esse suporte por parte do Rede.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Gersem Baniwa discute
na UCDB proposta de bolsa de permanência para indígenas
na universidade
Por Caroline Maldonado – Rede de Saberes
O professor Gersem Baniwa, estará presente na Universidade
Católica Dom Bosco (UCDB), amanhã, 30 de julho
de 2008, a partir das 9h, na sala S-37 do Mestrado. A reunião
que deve se estender durante o dia todo é para discutir
sobre o documento elaborado pela Dra. Mônica Pechincha,
juntamente com os integrantes da equipe de coordenação
do Projeto Rede de Saberes (Antônio Hilário
Aguilera, Beatriz Landa, Adir Casaro, Marta Brostolin e
Antonio Brand). A pedido de Gersem, o Rede elaborou a proposta
que, com base no acompanhamento dos universitários,
apresenta soluções para as dificuldades enfrentadas
pelos mesmos. Nela é sugerida a diferenciação
na bolsa de acadêmicos indígenas solteiros
e casados, visto que estes últimos têm despesas
maiores. Este apoio financeiro teria a finalidade de contribuir
nos gastos com transporte, moradia, alimentação,
vestuário e material de estudo. Como o número
de indígenas beneficiados com o Programa Universidade
para Todos (ProUni) é baixo, propõe-se ainda,
que seja pensado um formato específico para os mesmos.
Gersem José dos Santos Luciano é professor
Baniwa, que lê, escreve e fala as línguas indígenas
Baniwa e Nheengatu. Nasceu em São Gabriel da Cachoeira
(AM). Formou-se em Filosofia na Universidade Federal do
Amazonas (Ufam) e fez mestrado em Antropologia na Universidade
de Brasília (UnB). Foi secretário municipal
de educação de São Gabriel da Cachoeira,
co-fundador da Coordenação das Organizações
Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e
da Federação das Organizações
Indígenas do Rio Negro (FOIRN). Atualmente é
Consultor da Coordenação Geral de Educação
Escolar Indígena da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC).Leia
o documento completo no texto em Pdf.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Comissão do Movimento
de Professores Indígenas Guarani e Kaiowá
do Estado de Mato Grosso do Sul
29/07/08
DENUNCIA DOS POVOS GUARANI E KAIOWÁ DE MS
Nós professores Guarani e Kaiowá vimos através
deste trazer a tona a nossas indignações e
o massacre que os nossos povos estão passando devido
a violação dos direito garantidos na Constituição
Federal de 1988 nos Artigos 231 e 232; e o descumprimento
dos compromissos feito na convenção 169 da
OIT e a Declaração Universal dos Direitos
Humanos.
Pois hoje, nós Guarani e Kaiowá estamos acuado
e traídos pelos Três Poderes (ÓrgãosExecutivo,
Legislativo e Judiciáro) dos quais esperamos a solução
da situação dosconflitos de Terras Tradicionais
dos nossos povos que, cada vez mais estamos encurralados,
antes era apenas pelo grande latifundiário e hoje
está sendo pelo próprio governador do nosso
estado que vem com promessa de melhoria de vida para os
indígenas fora dos seus território querendo
nos transformar em índios urbanizados. Isto sim é
uma ofensa aos povos indígenas e contraria o Art.
5º DO DIREITO E GARANTIAS FUNDAMENTAIS cap.I dos direitos
e deveres individuais e coletivos em que diz que “todos
são iguais perante a Lei, sem distinção
de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros
residente no País a inviolabilidade do direito à
vida, a liberdade, à igualdade, à segurança
a e propriedade.”Nós perguntamos ao Estado
Brasileiro se todos são iguais perante a lei, por
que só alguns tem direito à vida, a liberdade
de falar, onde está a igualdade em relação
a nós como ser humano, por que não nos dão
segurança e o direito de ter a terra que nos foram
tomada???
E mais os processos de identificação ficam
paralisados e aquela terra que foi demarcada e homologada
legalmente, atendendo a legislação ficam embargados
pelo Judiciário ou muitas vezes as terras sendo exploradas
ilegalmente pelos arrendatários. E ainda os órgãos
do governo como IBAMA não se mostra em nenhum momento
preocupado com as agressões ambientais e com a vulnerabilidade
em que é colocada a saúde desses povos atingidos,
até mesmo para fiscalizarem.No entanto essas situações
já foram denunciadas para FUNAI (FUNDAÇÃO
NACIONAL DO INDIO), à PROCURADORIA DO MINISTERIO
PUBLICO FEDERAL, em nenhum momento fomos atendidos enquanto
isso as situações se tornam mais agravantes.
Além do mais o Governador do nosso Estado, juntamente
com alguns Prefeitos, Deputados Estaduais e Federais e Senadores
estão se articulando para inviabilizar junto ao Ministério
da Justiça a demarcação das terras
indígenas no Mato Grosso do Sul.
Entendemos que os Governos e os Parlamentares foram eleitos
para defender os interesses do povo, portanto deveriam fazer
cumprir o que assegura a Legislação brasileira
e os acordos Internacionais dos quais o Brasil é
signatário.
Enquanto isso, assassinato de lideranças indígenas
é alarmante e os responsáveis continuam impunes.
As pessoas das nossas comunidades sofrem vários tipos
de violência social, histórica, econômica
e política que é acarretado pelo pouco espaço
de terra que se têm e os quais serão solucionados
somente com as ampliações dos nossos territórios
devolvidos pelo Estado Brasileiro do qual os povos indígenas
foram desapropriados durante o processo da colonização
e que nós reivindicamos a demarcação.
Enquanto isso o Presidente Brasileiro e a maior parte da
classe política mostram sua empolgação
no mercado do biocombustivel e etanol, não mostrando
o contraste de que é sobre as terras tradicionais
dos guarani e kaiowá de MS, que esta expandindo a
plantação de canavial e sobre a cabeças
dos indígenas construindo as usinas.
No entanto, solicitamos dos Três Poderes do Estado
Brasileiro o compromisso no cumprimento da Lei e apoio dos
órgãos não governamentais e demais
entidades que semobilizem para garantir os direitos das
tribos/etnias e que pressionem as autoridadesgovernamentais
competentes e os parlamentares de sua jurisdição
para solucionar os nossos problemas e diminuir nossos sofrimentos
que vem sendo repetidos desde a chegada dos não-
indígenas neste território há mais
de 500 anos..
Segue as assinaturas.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Preparação
do encontro envolve escolas, comunidades e organizações
indígenas
29.07.2008
A realização da 1ª Conferência
Nacional da Educação Escolar Indígena
é o principal desafio da gestão de Gersem
dos Santos Luciano Baniwa, novo coordenador da Educação
Escolar Indígena da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad).
A conferência, explica Baniwa, pretende avaliar as
mudanças ocorridas a partir da Constituição
de 1988 e identificar que avanços o país quer
na área.
http://www.coiab.com.br/coiab.php?dest=show&back=noticia&id=164&tipo=N&pagina=1
Ensino de história
regional e local poderá ser reforçado
28/07/2008
Agencia Senado
Com a finalidade de reforçar o ensino de história
local e regional nas escolas de ensino fundamental e médio
de todo o país, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE)
apresentou projeto de lei para exigir que os currículos
dessas instituições incluam, obrigatoriamente,
conteúdos relativos às contribuições
das diferentes culturas e etnias para a formação
do povo brasileiro, em especial das matrizes indígena,
africana e européia.
http://www.senado.gov.br/Agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=77095&codAplicativo=2¶metros=ind%c3%adgena
Universitários indígenas
conseguem bolsa para concluir curso
28/07/08
Golby Pullig - Agência de Notícias do Acre
Parceria entre Uninorte e Funai tem intermediação
do gabinete do senador Tião Viana
Lideranças indígenas se reuniram na sede
da Uninorte para debater a situação dos alunos
matriculados na instituição que corriam o
risco de perder os semestres cursados por dificuldades em
manter as mensalidades em dia. Na manhã desta segunda-feira,
um acordo entre Funai e a universidade, com intermediação
do gabinete do senador Tião Viana, viabilizou o compromisso
de manter estudando cinco alunos das etnias manchineri,
apurinã e yawanawa pelos próximos seis meses
até que o grupo efetivamente inserido no ProUni.
Funai e Uninorte se responsabilizam pela manutenção
de 50% cada um do valor total das mensalidades de cinco
alunos dos cursos de Enfermagem, Gerenciamento Ambiental
e Letras. Outros dois alunos já são atendidos
por programas educacionais do Governo Federal.
http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5048&Itemid=26
Professores indígenas
vão discutir proposta pedagógica para 2009
26/07/08
Folha de Boa Vista
Professores de nove comunidades indígenas participam
no dia 1º de agosto de um encontro organizado pela
Prefeitura de Boa Vista para discutir as novas propostas
pedagógicas para o ano letivo de 2009. A reunião
será realizada na Secretaria Municipal de Educação
(SMEC), avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, Mecejana.
http://www.folhabv.com.br/noticia.php?editoria=cidades&Id=44121
Rede de Saberes elabora proposta
de bolsa para indígenas na universidade
25/07/08
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
O Programa Rede de Saberes elaborou uma proposta de bolsa
de permanência na universidade, a pedido do Consultor
da Coordenação Geral de Educação
Escolar Indígena da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade do
Ministério da Educação (Secad/MEC),
Gersem José dos Santos Luciano. Ele propõe
a elaboração de um programa que dê auxílio
financeiro para as despesas com transporte, estadia, alimentação,
vestuário e material escolar e acadêmico. A
proposta requer ainda, o apoio a permanecia desses indígenas,
através de tutoria e orientação dos
alunos e professores e, também uma bolsa aos tutores.
No documento são citados cinco itens indispensáveis
no apoio ao universitário indígena. Eles se
referem ao suporte econômico, à tutoria e orientação
de pesquisa, formação dos professores das
instituições, ações de apoio
também aos aspirantes através de cursos preparatórios
pré-vestibulares e acesso à informática.
Atualmente, o Rede de Saberes da UCDB tem contato com 45
acadêmicos indígenas e pôde constatar
que as dificuldades desses estudantes para concluir os estudos
são imensas. Muitos dos indígenas, que têm
os 50% de bolsa que a universidade pode oferecer, enfrentam
difícil situação, na qual comprometem
até mesmo a saúde, pela má alimentação
à que se sujeitam durante a permanência diária
na universidade. Estes, além de contar com o apoio
das famílias, que quase sempre podem muito pouco,
contam com o Rede, ainda assim é acentuada a necessidade
do apoio proposto. Enfrentam dificuldades maiores ainda,
aqueles que têm filhos e cônjuge. Os detalhes
do dia-a-dia destes alunos, acompanhados pelo Rede, relatados
na proposta de bolsa, denotam a urgência de ações
de auxílio completas que realmente possibilitem a
total qualidade de vida à estes acadêmicos.
A versão inicial do texto da proposta é de
autoria da Dra. Mônica Pechincha e foi revisto pela
equipe de coordenação do Rede.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Iniciada mais uma etapa
de Licenciatura Indígena Teko Arandu na UFGD
25/07/08
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
As aulas presenciais do curso Licenciatura Indígena
Teko Arandu, na Universidade Federal da Grande Dourados
(UFGD) tiveram início dia 14 de julho e se estenderão
até dois de agosto de 2008. Na grade estão
Ciências Sociais, Linguagens, Fundamentos da Educação,
Educação Matemática e Ciências
da Natureza. Durante o período de julho à
agosto e o início do ano estes acadêmicos se
instalam na universidade para dar continuidade aos estudos.
Na reunião do Programa Rede de Saberes, do qual fazem
parte, eles foram representados pelos colegas Eliel Benites
e Zélia Regina Benites. Nesta foram votados os representantes
para o Encontro de Estudantes Indígenas que será
promovido pelo Cinep (Centro Indígena de Estudos
e Pesquisas), em Brasília de 16 à 18 de setembro.
Foram escolhidos três acadêmicos de cada uma
das duas turmas. São eles: Rosenildo Barbosa de Carvalho
(Aldeia Rancho Jacaré- Laguna Carapã), Valentim
Pires (Aldeia Pirajui), Oriel Benites (Aldeia Limão
Verde- Amambaí), Ramona Martins (Aldeia Jaguapiré-
Tacuru), Joaquim Adiala e Venancio Cáceres (Aldeia
Porto Lindo- Japorã). Eliel e Zélia lembraram
a importância dessa representação e
ressaltaram o compromisso que eles terão durante
o evento.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Foi lançado Projeto
Rede de Saberes 2 na UFGD
23/07/08
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
No último dia 18 foi lançado na Universidade
Federal de Dourados (UFGD) o Projeto Rede de Saberes 2,
que conta com recursos da Fundação Ford. Além
do Reitor da UFGD, de um número expressivo de acadêmicos
índios e da coordenação do Projeto,
o evento contou com a participação de representantes
das Reitorias da Universidade Estadual de Mato Grosso do
Sul (UEMS), da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
(UFMS) e da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
na pessoa do Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação,
Dr. Emerson Pistori. O Projeto Rede de Saberes inclui, a
partir de 2008, além da UCDB, coordenadora do projeto,
e da UEMS, as duas Universidades Federais. O objetivo principal
do evento foi a assinatura do Termo de Cooperação
entre as Instituições de Ensino Superior parceiras
na execução das atividades do projeto, para
o período 2008-2010. A proposta de constituir uma
rede de apoio às demandas dos acadêmicos indígenas
representa uma iniciativa inédita no Brasil.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Acadêmico de História
apresentará artigo no VIII Encontro Internacional
da Anphlac
23/07/08
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
O VIII Encontro Internacional da Associação
Nacional de Pesquisadores e Professores de História
das Américas (Anphlac) acontecerá entre os
dias 29 de julho à 1° de agosto em Vitória-ES.
Nele o acadêmico do 6° semestre de História
da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Celso
Ricardo Guimarães apresentará o artigo intitulado
“As fronteiras Guarani no Prata (1536-1750)”,
acompanhado do professor Neimar Machado. O trabalho é
fruto de pesquisa realizada no Centro de Documentação
Teko Arandu do Núcleo de Estudos e Pesquisas das
Populações Indígenas (Neppi). O artigo
é início de um estudo relacionado ao projeto
de pesquisa apresentado e aprovado pelo CNPq. O trabalho
aprofundado da historicidade do território Guarani
o trata antes da jurisdição portuguesa e traça
um paralelo da configuração pré e pós-republicana.
Fundada em 1993, em Minas Gerais, a Anphlac tem como um
de seus objetivos o incentivo ao estudo, a pesquisa e divulgação
de temas relacionados à História das Américas.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
UEMS sedia 3ª etapa
do curso de extensão em Direito Indigenista
23/07/08
Caroline Maldonado – Rede de Saberes
A 3ª etapa do curso de extensão em Direito
Indigenista para acadêmicos e egressos indígenas
aconteceu nos dias 18 a 20 de julho, no Núcleo de
Práticas Jurídicas da Universidade Estadual
de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Dourados. Ela foi ministrada
pela a Dra. Michael Nolan, advogada da equipe jurídica
do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), que trabalhou
com os alunos sobre a temática do Direito Penal.
Participaram dessa etapa, acadêmicos da Universidade
Católica Dom Bosco (UCDB), do Centro Universitário
da Grande Dourados (Unigran) e UEMS. Essa atividade é
uma iniciativa do Projeto Rede de Saberes, que visa contribuir
para que os acadêmicos indígenas do Direito,
de Mato Grosso do Sul, possam aprofundar o conhecimento
e a reflexão sobre os direitos dos povos indígenas.
O objetivo é assegurar uma formação
técnica que lhes permita contribuir no atendimento
das demandas de seus povos. Os cursos de Direito não
contemplam os direitos indígenas na grade, não
abordam questões relativas ao Direito Consuetudinário
e nem dialogam com as demandas específicas dos povos
indígenas.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
MEC quer qualificar 100
mil alfabetizadores até 2009
23/07/2008
Globo On Line - Sucursal São Paulo
SÃO PAULO - A qualificação de 100
mil alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado em cursos
de extensão oferecidos por instituições
de ensino superior públicas e comunitárias,
sem fins lucrativos, é o desafio do Ministério
da Educação no período de 2008 e 2009.
Para executar esta tarefa, o MEC dispõe este ano
de R$ 1,4 milhão para custear a criação
de projetos pelas universidades. Cada projeto receberá
entre R$ 100 mil e R$ 200 mil.
http://www.uj.com.br/online/vcsabia/?action=noticia&idnoticia=67285
Da aldeia para a universidade
Processo seletivo especial usa vagas extras em instituições
públicas do Paraná; alunos pretendem usar
o conhecimento para ajudar as comunidades das quais vieram
21/07/2008
Sandra Volf - Gazeta do Povo
Moisés da Silva Caingangue, 26 anos, está
no segundo ano de Odontologia na UFPR. O índio saiu
da sua terra, a aldeia Bananeiras, em Nonoai (RS), para
estudar em Curitiba. “No começo foi difícil,
é bastante diferente a vida na cidade, levei um tempo
até me adaptar, principalmente na faculdade e com
matérias como Bioquímica”, relata o
universitário, que sempre morou em aldeia.
Professores indígenas
recebem curso de informática
19-07-2008
Folha de Boa Vista
Cem alunos indígenas estão participando do
curso de introdução à Educação
Digital promovido pelo Governo do Estado, por meio do Centro
Estadual de Formação de Profissionais de Educação
de Roraima (CefoRR) e Proinfo/Núcleo de Tecnologia
Educação-NTE.
http://www.folhabv.com.br/noticia.php?Id=43736
Uespi aprova implantação
do sistema de cotas no Vestibular 2009
Serão reservados 10% do total de vagas, ofertadas
no Vestibular, a estudantes de públicas
17/07/08
Allisson Paixão – 180 graus
O Conselho Universitário (CONSUN), da Universidade
Estadual do Piauí – UESPI, aprovou a implantação
do sistema de reserva de vagas (cotas) no acesso aos cursos
superiores ofertados pela Instituição, de
acordo com o “Programa de Ações Afirmativas
para a UESPI: acesso e permanência com diversidade
social e étnico-racial”.
http://180graus.brasilportais.com.br/geral/uespi-aprova-implantacao-
do-sistema-de-cotas-no-vestibular-2009-28214.html
Haddad anuncia a criação
de universidade Afro-brasileira para 2009
18/7/2008
Marcelo Manzatti
Unilab
Publicada em 17/07/2008 às 21h48mO Globo Online
RIO - Depois da Universidade Latino-Americana (Unila), agora
é vez de uma universidade da África. É
o que anunciou o ministro da Educação, Fernando
Haddad, durante a cerimônia de sanção
do projeto de lei que criou o piso nacional de R$ 950 para
professores, nesta quarta-feira . Segundo Haddad, a idéia
é que a instituição, que se chamará
Universidade Federal de Integração Luso-Afrobrasileira
(Unilab), forme estudantes para ajudar o desenvolvimento
do continente. Para tanto, cerca de metade das vagas se
destinaria a alunos brasileiros e a outra metade para africanos.
A expectativa é que a Unilab comece a funcionar a
partir do segundo semestre de 2009. Sua sede será
em Redenção, no Ceará.
http://www.overmundo.com.br/blogs/haddad-anuncia-a-criacao-de-
universidade-afro-brasileira-para-2009
Mais uma Universidade
adota Ações Afirmativas
15/7/2008
Redação: Com informações da
Assessoria de Imprensa da Uesb - Fonte: Afropress
Vitória da Conquista/BA – O Conselho Superior
de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade
Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), aprovou o Programa
de Ações Afirmativas que reserva 50% das vagas
a estudantes oriundos da escola pública, sendo 75%
destinadas a alunos auto-declarados negros.
A reunião extraordinária do Conselho acompanhada
por lideranças negras, de cursinhos pré-vestibulares
e quilombolas, aconteceu no Centro de Aperfeiçoamento
Profissional (CAP), campus de Vitória da Conquista,
concluindo os trabalhos de uma Comissão constituída
em agosto de 2007 para tratar de políticas de ações
afirmativas na Universidade. A medida já deve entrar
em vigor para o Vestibular 2009.
http://www.afropress.com/noticiasLer.asp?id=1664
Abertura da Etapa 2008/2
do PROESI é marcada por fortes emoções
15/07/08
Equipe do PROESI
A Etapa 2008/2 do Programa de Educação Superior
Indígena Intercultural – PROESI, que teve início
esta semana no campus universitário de Barra do Bugres,
aconteceu sob forte emoções, onde foi prestada
uma justa homenagem a Prof.ª Joana Saira, falecida
recentemente, e que atuou por mais de 20 anos na Educação
Escolar Indígena no Estado de Mato Grosso, dos quais
oito anos no Programa da UNEMAT.
http://indigena.unemat.br/modules/news/article.php?storyid=44
Resultados do Diversidade
na Universidade
10/07/2008
Maria Clara Machado
Os resultados do Programa Diversidade na Universidade, iniciado
em 2003, foram apresentados nesta quinta-feira, 10, em Brasília.
Uma avaliação final acerca das dificuldades
e avanços do programa foi feita por representantes
da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização
e Diversidade (Secad/MEC), do Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID) e da Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e
a Cultura (Unesco).
http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=com_content&task=view&id=10852&interna=6
POLÍTICA DE COTAS
E AÇÕES AFIRMATIVAS
05/07/08
Lúcio Pinheiro, estudante do 5º período
de Jornalismo - UFAM
Política de cotas e ações afirmativas
nas universidades foram os temas da primeira das cinco mesas
redondas do “II Seminário Local Conexões
de Saberes”. Com a proposta de promover e motivar
debates sobre políticas afirmativas e assistência
estudantil no Amazonas, durante os dias 3 e 4 de julho,
o evento reuniu teóricos, acadêmicos e representantes
de grupos sociais.
Tema fomentador de grandes discussões, a política
de cotas para negros e índios em universidades públicas
dominou o debate travado na primeira mesa redonda do último
dia do seminário. Mediados por Jefferson Cambraia,
acadêmico de História, os professores Luiz
Antônio (Departamento de Ciências Sociais -
UFAM) e Patrícia Sampaio (Departamento de História
– UFAM) emitiram seus posicionamentos sobre o assunto.
Ir além da cor da pele ou etnia. Nas suas falas,
os dois estudiosos lembraram ao público de que, ao
se falar em cotas, o foco da discussão deve ser direcionado,
acima de tudo, para a reflexão sobre os efeitos da
postura discriminatória que o Estado brasileiro mantém
há séculos em relação a negros
e indígenas. “Quando discutimos este assunto,
estamos falando de populações socialmente
discriminadas”, lembrou Patrícia Sampaio.
Para Sampaio, diante da devastação das identidades
culturais, principalmente as indígenas, mecanismos
que apresentam perspectivas de um futuro melhor, entre elas
as cotas, é o mínimo que se pode fazer. “Um
indígena, ao chegar à universidade, pode chegar
à seguinte reflexão: bem, eu não tenho
mais para onde voltar, mas, pelo menos, tenho para onde
ir”, comentou Sampaio.
“O discurso de que o que deve ser feito é melhorar
o ensino público é muito convincente e sedutor.
Mas o Brasil já teve um bom ensino, porém,
voltado para uma elite. Onde estavam os negros...?”.
Com esta declaração, Luiz Antônio afirmou
sua simpatia em relação às cotas. Para
o cientista social, a discriminação racial
tem como vilão principal o Estado brasileiro. “Não
são os homens brancos, os empresários ou os
patrões somente que promoveram este quadro, e sim
o Estado, por meio de suas políticas”.
Segundo Luiz Antônio, até 1888, ações
estatais sempre caminhavam para reforçar um sistema
escravista. Depois, com o fim da escravidão, o patrocínio
do Estado à entrada de estrangeiros no País
trouxe graves conseqüências a já difícil
condição social da população
negra. “Em 1888, o Estado interfere novamente na vida
dos negros, quando banca a vinda de imigrantes para trabalhar
nas fazendas. E os negros, de um dia para o outro, foram
jogados na rua. Seu espaço foi ocupado pela mão
de obra branca de uma forma totalmente diferente”.
Mas como definir quem é negro em um País como
o Brasil? Àqueles que levantam este tipo de questionamento,
Luiz António deu a seguinte orientação:
“Perguntem ao Comando da Polícia Militar, ao
Episcopado, ao setor de RH das empresas do Distrito Industrial...
Eles sabem quem é negro”. Às instituições
citadas, o professor vinculou os seguintes pontos: repressão,
ausência e preconceito, respectivamente.
O seminário foi uma realização do Programa
de Extensão “Conexões de Saberes: diálogos
entre universidade e comunidades populares”, coordenado
pelas professoras Patrícia Braga dos Anjos e Magnólia
Grangeiro Quirino.
http://malocadigital.ufam.edu.br/home/
Haddad defende projeto
de cotas para alunos da rede pública em universidades
federais
03/07/08
Amanda Cieglinski - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Educação,
Fernando Haddad, afirmou hoje (3) que o atual momento de
expansão da rede federal de educação
superior e profissional é o “melhor”
para a discussão sobre o estabelecimento de cotas
para alunos da escola pública nessas instituições.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/03/materia.2008-07-03.1398366333/view
Aprovado fim da DRU para
a educação
02/07/2008
Agência Senado
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira
(2) a Proposta de Emenda à Constituição
(PEC 96/03) que reduz gradualmente, a partir de 2009, até
2010, os percentuais de Desvinculação das
Receitas da União (DRU) sobre as verbas destinadas
à manutenção e desenvolvimento do ensino
previstos na Constituição. Em 2011, conforme
a proposta, haverá a extinção da DRU
para a educação. Com isso, o governo não
poderá mais destinar essas receitas para outras finalidades,
inclusive o pagamento da dívida. A PEC é de
iniciativa da senadora Ideli Salvatti (PT-SC).
http://www.senado.gov.br/Agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=
76505&codAplicativo=2¶metros=DRU
Projeto Rede de Saberes
inicia ações com os acadêmicos indígenas
na UFMS campus de Aquidauana
01/07/08
Por José Sarmento – Rede de Saberes
Aconteceu na noite de 25/06 no anfiteatro da Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul, campus de Aquidauana, unidade
I, o início das ações do Projeto Rede
Saberes naquela Instituição de Ensino Superior.
O Projeto realiza ações com os acadêmicos
indígenas em outras instituições UCDB,
UFGD e UEMS. O evento foi organizado pela coordenadora do
projeto Rede na UFMS professora Iára Castro junto
com os representantes dos acadêmicos, os terena Carlos
e Vanusa, ambos do curso de geografia. Contou com a presença
da direção do campus, professor Antonio Firmino,
e de três professores da UFMS de Campo Grande, lideranças
indígenas, acadêmicos da UEMS e a comunidade
acadêmica em geral. Também, participaram da
cerimônia de lançamento, o coordenador interinstitucional
Antonio Brand, Eva Maria e Juvenil Cruz da coordenação
na UCDB. O evento teve o caráter festivo, com apresentações
culturais como a dança da ema, performance do grupo
da igreja Uniedas e a Siputrena, dança das mulheres.
Além destes houve a apresentação da
terena Sueli Jerônimo, que cantou o hino de MS em
dois idiomas: português e terena. Durante sua fala,
a professora Iára ressaltou: “hoje é
um dia especial por que firmamos um passo para a permanência
dos indígenas na universidade, temos 44 indígenas
e eles estão comemorando a sala de informática”
destacou como fato importante a valorização
dos acadêmicos e a aproximação da UFMS
com as comunidades indígenas”. “Aquidauana
é um lugar especial, pois o campus abriga alunos
indígenas das várias aldeias, Limão
Verde, Ipegue, Lagoinha, Aldeinha de Anastácio e
também, é um local de pesquisa Aruak e Kinikinau”,
concluiu a professora. Após o momento cultural, houve,
além da fala da professora Iara, as falas do diretor
do campus, da representante da Pró reitora da UFMS
e do coordenador interinstitucional do Projeto Rede de Saberes,
Antonio Brand, que apresentou aos presentes a proposta do
projeto. Por fim os presentes foram convidados a conhecer
a sala de informática.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
Comissão de Educação
aprova reserva de vagas em instituições federais
tecnológicas
01/07/2008
Agência Senado
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte
(CE) aprovou projeto da senadora Ideli Salvatti (PT-SC)
que reserva 50% das vagas das instituições
federais profissionais e tecnológicas e também
de ensino superior para estudantes que tenham cursado o
ensino fundamental em escola pública. As vagas vão
ser preenchidas por estudantes que se autodeclarem negros
ou índios, no mínimo na mesma proporção
da população negra e indígena na unidade
da federação onde se encontra a instituição.
A matéria foi aprovada em caráter terminativo.
http://www.senado.gov.br/Agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=76390&cod
Aplicativo=2¶metros=ind%c3%adgena
Professores indígenas
são orientados sobre Provinha Brasil
01/07/08
Equipe J7
Os professores da educação indígena
de Boa Vista estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira
(30) na escola municipal Aquilino Mota Duarte. Durante o
encontro, os educadores fizeram a avaliação
do semestre, que encerra na próxima sexta-feira (4)
e foram orientados sobre a aplicação da Provinha
Brasil nas comunidades.
http://www.jota7.com/cidade/0945/professores_indigenas_sao_orientados_
sobre_provinha_brasil.html
UEA dá início
à quinta etapa de curso para 250 professores do Alto
Solimões
01/07/08
UEA
Cultura e Arte é o tema central da quinta etapa do
curso de Licenciatura para Professores Indígenas
do Alto Solimões, que terá início no
próximo sábado, dia 12 de julho. O curso,
ministrado por professores da Universidade do Estado do
Amazonas (UEA) e da Organização Geral dos
Professores Ticunas Bilíngües (OGPTB), como
nas etapas anteriores, continuará sendo realizado
na Aldeia Filadélfia, no município de Benjamin
Constant (distante 1.628 Km de Manaus).
http://www.uea.edu.br/noticia.php?dest=info¬icia=14600
Coordenador do Rede de
Saberes participa de evento na UFF
01/07/08
Por José Sarmento – Rede de Saberes
O professor Antônio Brand, coordenador do projeto
rede de saberes e do programa kaiowá Guarani participa
do evento “Somos todos Guarani” organizado pela
pós-graduação em políticas públicas
e pelo laboratório de estudos da imagem e do olhar
Guarani da Faculdade de Educação da Universidade
Federal Fluminense – UFF. O professor Antônio
Brand irá compor uma mesa junto com o Prof. Aloísio
Monteiro da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
– UFRRJ e do Prof. Celso Sanches (Uff/EJA Indígena)
o tema a ser abordado será: “Cultura Guarani:
sustentabilidade e meio ambiente”. Na sexta-feira
terá a defesa de dissertação de mestrado
de Maria Lúcia Garcia, com o título: “Cestaria
Guarani e as relações de alteridade e polifonia”,
orientada pelo Prof. Armando Martins de Barros, o Professor
Brand faz parte da banca.
http://www.rededesaberes.org/www/index.html
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